Fime: La La Land – Cantando Estações

Vim do cinema pra casa pensando em como escrever. Estou num estado de animação pós-filme que preciso tomar cuidado para não dar spoiler. Mas vamos lá!

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Quem acompanha o blog sabe que tenho um pequeno tombo por Ryan Gosling, portanto não poderia deixar de assistir (as cenas em que ele toca piano são lindas). Quando soube do filme achei que seria como outro romance qualquer, mas então a medida que foram saindo algumas notícias na mídia sobre as gravações, os trailers, depois seu favoritismo no Globo de Ouro e agora com 14 indicações ao Oscar, realmente me surpreenderam e não podia perder.

Se pudesse resumir em quatro palavras seria: musical, artístico, romântico e sonhador.
Claro que só assistindo mesmo para entender, mas já adianto que sim é totalmente musical, portando se você não curte esse estilo, ou pelo menos não é aberto a entendê-lo, não vai gostar. E já vai descobrir isso nos primeiros 10 minutos de filme.
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O longa conta a história de Sebastian (Ryan Gosling) um pianista amante de jazz, e Mia (Emma Stone) uma aspirante a atriz que trabalha em uma cafeteria dentro de um estúdio de filmagem. Ambos estão iniciando a busca por seus sonhos em Los Angeles quando se apaixonam e juntos tentam fazer o relacionamento dar certo em meio as oportunidades que surgem em suas carreiras.

Sebastian tem uma personalidade muito peculiar, demonstrando sempre otimismo com relação aos objetivos e sonhos que pretende realizar, mas no fundo acaba se frustrando pois acredita num gênero musical aparentemente em decadência. Enquanto Mia só leva não nos testes que faz para conseguir algum papel, se colocando cada vez mais pra baixo, mas é delicadamente encantadora.
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Cada etapa da história acontece numa estação do ano. O filme não tem nenhum grande ápice, a história toda é um romance um tanto clichê mas ao mesmo tempo interessante. A música é extremamente presente, e há muita imaginação também. Muitas cenas dão ar de nostalgia, de tempos antigos, ao mesmo tempo que existem carros, celulares e laptops dos tempos atuais. As cores também chamam bastante atenção, em todos os cenários muita luz e vibração.
Ryan e Emma tem uma sintonia muito boa em cena, e um personagem completa o outro. O desfecho final é emocionante e realista. Causa um misto de tristeza e felicidade, e posso dizer que uma lição que o filme dá é: não desista de seus sonhos, persista.
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Acredito que os prêmios já conquistados (7 Globos de Ouro uau!) e as indicações ao Oscar por esta obra, devem-se ao fato de que é um belo filme. Não tem nenhum grande efeito especial de Hollywood, não tem nenhuma história melodramática (mas tem uma participação de John Legend rsrs), é um filme musical que lembra os velhos tempos de uma maneira muito suave e gostosa.
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Entendo que existe uma parte do público que assiste por curiosidade, por causa das indicações, por causa do que a mídia diz, dos atores que são conhecidos por filmes legais, e acabam se decepcionando. Mas para assistir é preciso se deixar contagiar. E sim no início você pode pensar que é um High School Musical, mas definitivamente não é. Eu adorei!
Ainda está em cartaz nos cinemas. Assistam! O filme foi indicado a 14 categorias do Oscar, se igualando historicamente ao Titanic e A Malvada. Aguardamos a premiação que acontece em 26 de fevereiro.
E você que já assistiu, comente! Gostou? Conte o que achou desse filme.
Bjus!

Filme: O Regresso

Talvez seja um pouco tarde, mas só agora pude assistir (porque está disponível no Telecine, corre pra ver). Me arrependo de não ter conseguido assistir esse filme no cinema. Fiquei adiando por conta de outros compromissos e quando vi já não estava mais em cartaz. Esperava muito ver a atuação do queridinho Di Caprio, que já tinha ganho tantos elogios. Então senta que lá vem a história.

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Dirigido por Alejandro González Iñárritu, o longa inspirado em uma história real, já publicada no livro homônimo de Michael Punke, antes mesmo de ser lançado já criava grande expectativa principalmente para os amantes de cinema. E não desapontou, afinal foi indicado em 12 categorias do Oscar e venceu três.

O drama conta a história de Hugh Glass (Leonardo Di Caprio) um comerciante de peles e explorador que durante uma de suas expedições é atacado por um urso e fica entre a vida e a morte. Depois de ser abandonado e roubado por seu até então amigo John Frizgerald (Tom Hardy), ele sobrevive e passa a viver de forma selvagem durante todo o inverno enquanto tenta encontrar seu grupo ou se vingar de Frizgerald.

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Desculpem as palavras, mas minha primeira consideração é que o cara (leia-se o Di Caprio) só se fode o filme inteiro kkk. Veja bem não é uma reclamação, é um filme de angústia, desespero, realmente sofrido. Você só consegue notar as coisas boas nos pequenos detalhes, como quando ele e um colega índio se divertem comendo flocos de neve. É uma cena singela e linda ao mesmo tempo.

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Posso estar enganada, mas é o tipo de filme que vai agradar mais quem curte a parte artística do cinema, pra quem nota em cada detalhe da obra. Até porque o filme é bem longo, tem poucos diálogos, as cenas do Di Caprio mesmo ele praticamente não fala (só sofre coitado kkk).

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Chama atenção a beleza da coisa toda. A começar pela fotografia que merecidamente ganhou o Oscar. São paisagens espetaculares, azuladas, acinzentadas que demonstram todo o drama ao redor do personagem, o inverno severo parecia que estava dentro da minha casa (lembrando que as cenas são com luz natural). Fora isso, as dores de Glass tanto físicas quanto emocionais são tão fortes que é possível senti-las do lado de fora da tela. O sentimento de fúria, de vingança pelo amigo traidor, o amor pelo filho, tudo isso é muito real.

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Fora o grande sucesso do protagonista, vale destacar também o papel de Tom Hardy, que desperta no telespectador a mesma raiva de Glass. Fiquei torcendo pra que também chegasse o momento dele sofrer depois de tamanha traição. As atuações foram impecáveis. A história somente não tem nada de muito especial, mas todo o resto do filme tem, desde imagem, atuação, fotografia, trilha sonora, etc.

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É um filme cheio de tensão e ao mesmo tempo silencioso, porque a trilha sonora se encaixa perfeitamente nas cenas sem fala. Li muita gente comparando com o filme Dança dos Lobos, nunca assisti portanto não posso dizer, mas O Regresso é um belo filme sim. Vale todos os prêmios para o qual foi indicado. Vale a pena sofrer com Di Caprio.

E vocês já assistiram? Recomendam?

Bjos!

Filme: Como eu era antes de você

Já contamos um pouquinho aqui nesse post do livro sobre essa história. Sim é romance, é clichê e podem preparar os lencinhos. Pra quem não assistiu, ainda está em cartaz e é uma adaptação do livro. Então leia a resenha e corre pra assistir!

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A protagonista Louisa (Emilia Clarke, também conhecida como Daenerys Nascida na Tormenta, A Não Queimada, Mãe dos Dragões, Quebradora de Correntes e tudo mais kkk), se vê perdida aos 26 anos quando é demitida e precisa ajudar a família. Depois de muito procurar e sem ter muitas escolhas, ela aceita uma vaga para ser cuidadora de um tetraplégico. Will (Sam Clafin), é um homem rico e bem sucedido e tinha uma vida repleta de aventuras antes de sofrer o acidente que o deixara na cadeira de rodas amargurado e depressivo.

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Sem muitas ambições na vida e no início um pouco atrapalhada, Lou passa a ter como meta alegrar a vida monótona de Will. A mocinha não é linda de morrer (okei, é linda sim, mas no filme não destaca isso), nem é super inteligente. É uma jovem normal e comum, com um gostinho peculiar no quesito moda rsrs, mas que aos poucos consegue se envolver com Will.

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Além do romance o filme é clichê também por abordar a vida de um cadeirante, como já foi visto em Intocáveis e no recém premiado A teoria de tudo. Mas sutilmente mostra as dificuldades do dia a dia e principalmente a dificuldade mental e sentimental dessa situação, que é o que realmente aproxima os dois.

Os atores foram bem escolhidos e são bastante parecidos com os personagens livro. Will com seu humor sarcástico, Louisa com seu sorriso exagerado. Ambos que na medida do possível equilibram suas principais características quando necessário.

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Acima de tudo é uma história de crescimento e desafios. Pois Will tinha uma vida perfeita, conheceu muitos lugares, tinha tudo que alguém gostaria de ter, mas agora não conseguia mais aproveitar da melhor forma. Enquanto Lou sempre curtiu sua vida pacata sem muitas aspirações ou desejos e começa a ver um novo mundo. Os dois estilos de vida se entrelaçam para mostrar o melhor.

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Para finalizar, a narrativa também destaca a questão da escolha. Mesmo em tais condições, Will tem perfeita condição intelectual para tomar suas próprias decisões, mesmo que não possa colocar em ação sozinho algumas delas. E essa questão me fez refletir muito, sobre o que faria na mesma situação dele, da família, ou da própria Louisa.

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Não sou de me emocionar assistindo filmes, porém não contive as lágrimas. Tive que literalmente procurar um lencinho na bolsa. Fiquei perplexa com a minha própria reação, porque em certo momento eu chorava tanto que não conseguia mais ler as legendas, e mesmo assim não conseguia parar de chorar. Foi até meio ridículo pra mim na verdade.

Recomendo muito, tanto o livro quando o filme. Não é tão clichê quanto parece, não é tão meloso quanto parece. Vale muito a pena.

Bjus!

 

 

Filme: A espiã que sabia de menos

Pra animar o feriado que se aproxima a dica é de um filme que eu considero engraçado. A comédia/ação estrelada pela atriz Melissa McCarthy (que também já protagonizou o filme As Bem Armadas, que em alguns pontos é parecido com este) conta também com o ator Jason Statham (que adoro) e Jude Law.

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Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma agente da Cia, que sente-se desvalorizada por trabalhar somente por trás das grandes missões, nunca sendo convocada pra trabalhar nas ruas. Porém quando seu parceiro Fine (Jude Law) não pode mais cumprir a missão e a identidade de outros agentes está em jogo, Susan se infiltra no mundo do tráfico para resolver um caso com muitas trapalhadas.

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Além de muita ação o filme rende altas risadas. A atriz é uma das melhores nas comédias e seus desastres misturados aos de Ford (Jason Statham) um outro agente que tenta resolver o mesmo caso, fazem o longa ainda melhor.

No final das contas a narrativa acaba ficando meio confusa com tanta gente envolvida, mas acho que a confusão deixa tudo mais divertido. O exagero no personagem de Jason é bastante cômico, de um jeito que nunca foi visto nos seus filmes de ação.

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Melissa já é engraçada por natureza, não força nenhuma piada, e está se destacando bastante ultimamente. Chega até a dar peninha dela no início, mas quando vai a campo, a começar por seus disfarces esquisitos, as cenas ficam mais exageradas, e o exagero não fica ruim, como os já conhecidos besteiróis.

As cenas finais dão brecha para uma possível continuação e depois dos créditos ainda tem mais uma gracinha, então espere até o fim mesmo rsrs.

E você já assistiram? Tem alguma dica de filme?

Bjus!

 

Filme: Um homem de sorte

Helo!

Mais um clichê pra nossa lista. Mais um baseado em um livro de Nicholas Sparks. Isso quer dizer, mais um romance sem muitas novidades, com final previsível, mas que nos apaixonamos facilmente.

cAPALogan Thibault (Zac Efron) é um fuzileiro que em meio a guerra encontra a foto de uma garota. Disposto a encontrar o soldado que possa ter perdido a foto, ele a coloca num mural, e depois de não encontrar o possível dono, ele a carrega consigo. A partir daí uma série de acontecimentos faz com que ele escape da morte, e Logan toma a foto como amuleto de proteção e promete que, se sair vivo da guerra irá encontrar a moça da foto e agradecê-la.

Meses depois, ao retornar pra casa, o fuzileiro fica hospedado na casa da irmã, onde sofre constantemente com os traumas recentes da guerra, tendo alucinações, e se assuntando até mesmo com as brincadeiras dos dois sobrinhos. Logan decide então procurar a mulher da  foto, começando a pesquisar a partir da paisagem no retrato, partindo em uma busca a pé, tendo como acompanhante seu cão fiel um pastor alemão chamado Zeus.

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Logan encontra Beth Clayton (Taylor Schilling), uma mulher divorciada, que tem junto com a avó Nana (Blythe Danner) um canil.  Com as duas vive também o pequeno Ben Clayton (Riley Thomas Stewart), filho de Beth com o ex-marido e policial Keith Clayton (Jay Ferguson).

Por engano, o fuzileiro começa a trabalhar no canil sem contar o real motivo de sua chegada, causando também um grande conflito com o Keith. O ex-marido arrogante tenta impor sua autoridade policial inclusive como pai e ex-marido tentando afastar Logan da vida de Beth.

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Confesso que não li o romance, mas me apaixonei pelo filme tão rápido que assisti duas vezes seguidas. Não tem nada de especial, mas tem tudo que faz uma mulher se render a um romance clichê.

Não botava muita fé nesse Zac Efron, pra mim ele só existia no High School Musical. Mas gente, ele cresceu viu, e bastante,vale a pena conferir kkk 😀 Sempre achei ele muito duro e robótico nos filmes, mas nesse parece que esse jeito encaixou bem no papel, porque Logan é um fuzileiro muito centrado, sério e não sai da pose nunca.

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Isso também faz dele um personagem muito misterioso e consequentemente sexy. Depois de engrenado o romance com Beth, as cenas são muito fofas, e principalmente lindas. A fotografia em torno dos beijos e amassos é ótima.

O ex-marido é aquele tipo pé no saco que toda mulher quer mandar pra China. Por ter um filho com Beth, acha que tem total direto de interferir na sua vida quando e como quiser, chegando a ameaçá-la. E a vovó, melhor impossível, quer o bem da neta a qualquer custo, e mexe seus pauzinhos discretamente para que isso aconteça sem magoá-la.

É muuuuuito Nicholas Sparks, por isso também é muuuuito previsível, mas não deixa de ser lindo. O jeito quieto e solitário de Logan conquista não só Beth e o menino Ben, mas todas as meninas que assistem rsrsrs. 

E aí, já assistiram? Tem alguma indicação pra gente?

Bjinhos

 

 

 

 

 

Filme: Garota Exemplar

Helo!

Já tinha postado aqui sobre o livro Garota Exemplar, e o quanto ele me surpreendeu. Por isso fiquei mega ansiosa para assistir o filme.

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O suspense conta a história do casal Amy (Rosamund Pike) e Nick Dunne (Ben Affleck) que passa por uma crise no casamento, e no dia de seu 5º aniversário de casamento, a esposa some sem deixar rastros e começa então uma busca incessável. Assim como no livro, no longa a história é contada sob a perspectiva dos dois: por ele no momento em que vive os acontecimentos, e por ela através de um diário.

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Amy se mostra uma esposa dedicada e solitária, e que tem medo de perder o marido. Enquanto Nick aparenta ser um marido frio, irritado e mentiroso. As versões do casamento relatado são totalmente distintas, o que dificulta um pouco o trabalho da polícia, que toma Nick como o principal suspeito, e até o telespectador não consegue desvendar a trama facilmente.

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É muito interessante como a autora consegue fazer um embolado de sentimentos aflorar e dar tantas reviravoltas. Você alterna o ódio entre os dois personagens em questão de segundos rsrs. Há muitos detalhes e todos são importantes, cada pista, cada passo, nenhuma cena em vão. A história é muito bem costurada e tem um final que continua deixando o leitor com um pouco de ódio (sem spoiler kk).

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O filme traz um pouco da realidade dos relacionamentos, onde muitas vezes a aparência fica acima dos sentimentos e o casamento acaba se tornando uma grande mentira.

Não achei nada que pudesse desmerecer o suspense com relação ao livro. Sempre enfatizo aqui que jamais um filme adaptado ficará idêntico como a versão impressa, por isso a comparação tem de ser justa. Também gostei muito das cores e da maioria das cenas escuras, dando um ar de mais suspense ainda. O cinza e as cores frias predominam, elevando ainda mais a tensão.

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Com Ben Affleck e Rosamund Pike como casal protagonista, a adaptação surpreendeu tanto quanto o livro. Confesso que nunca fui muito fã das atuações de Ben Affleck, sempre me pareceu muito robótico, e mesmo assim conseguiu me cativar neste filme. E a indicação de Rosamund ao Oscar de melhor atriz foi realmente merecida. Ela soube incorporar o papel como ninguém e representou Amy exatamente como imaginei quando li o livro.

Para os curiosos, taí o trailer. Super recomendo, vale a pena assistir!

E aí gostaram? Tem sugestão pra gente?

Cinema: Insurgente

Helo!!!

Uma boa dica para o final de semana é pegar um cineminha. E lá vem mais uma indicação suspeita rsrs. O segundo filme da trilogia Divergente: Insurgente. Foi lançado esta semana no Brasil, e sim já assisti e contarei em primeira mão minha opinião.

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Estava bastante ansiosa com este filme, porque o primeiro realmente me surpreendeu, e combinado com os livros me fez virar uma fã maluquinha rsrs. Se em Divergente não teve muito romance, neste tem menos ainda, então não há motivo para mi-mi-mi’s 😀

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Após escaparem de um ataque de Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição, o casal protagonista Tris(Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) buscam respostas para as dúvidas do mundo em que vivem. Enquanto procuram a verdade enfrentam escolhas difíceis e desafios inimagináveis, como lidar com a perda de entes queridos.

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Adorei os efeitos especiais e a trilha sonora. Além disso o filme flui com muita rapidez. Gostei, mas talvez pra quem não tenha lido, pode ficar meio confuso. Mas já adianto também, que é só uma adaptação, e jamais ficaria igual ao livro, portanto há sim algumas decepções com relação a isso, mas nada que possa estragar o resto.

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Para os curiosos, sim Shailene cortou o cabelo por conta do filme A Culpa é das Estrelas, que gravou antes de Insurgente. Mas no livro Tris também corta os cabelos (não tão curto), portanto, não é invenção rsrs

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Achei que ficou bem visível a mudança de diretor do primeiro filme pra este. Insurgente é super concentrado em ação e lutas, sem muitas explicações detalhadas da história e dos personagens coadjuvantes. Por isso acho que se for vê-lo, deve assistir Divergente primeiro, pois tem um resumo bom sobre a situação.

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Também acredito que por essa mudança, a narrativa ficou muito mais concentrada em Tris, tirando até um pouco da atenção de Quatro (sério senti falta de mais cenas e falas de Theo James, mas sei lá). As mulheres em si ficaram mais evidentes na trama, mantendo o poder e controle das batalhas. Mostrou em especial o heroísmo e a coragem da personagem principal.

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Já falei um pouquinho sobre a série em livros aqui e aqui, e sobre filme Divergente aqui.

E aí estão curiosos para conhecer? Assistiram o primeiro?

Bjos! 😉