Livro: Pássaros Feridos

Ola pessoinhas!

Um romance pra hoje (pra variar né?!) hehe

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O livro é escrito por Colleen McCullough e traz a história da família Clearys, composta pelo pai Paddy, esposa Fiona, seis filhos e uma menininha chamada Meggie.

Após muito batalhar pelo pão de cada dia, Paddy recebe uma carta de sua irmã Mary Carson, que se encontra mal de saúde e chama a família de Paddy para ir morar na sua fazenda para tocar os negócios e sua herança.

Não se simpatizem com Mary não. Ela só o traz para a fazenda por que não tem mais para quem dar todo o seu dinheiro. Sempre mesquinha, não criou muitos afetos por onde passa e com certeza, quem ler esse livro também não gostará muito dela hehe.

Assim que chegam a fazenda, os Clearys começam a trabalhar muito, como sempre, e a simpatizar com todos os que vivem nos arredores, principalmente o Padre da cidade, Ralph de Bricassart.

O Padre e Meggie se dão bem desde o primeiro momento, ele a vê como uma pobre menina que mesmo com tão pouca idade, tem que ser tão responsável quanto à mãe com a casa e os irmãos. Já ela o vê como um “Deus”, com uma admiração indescritível.

Os anos passam e o que era cuidado e carinho vira um intenso amor, um amor lindo mas impossível, que nem mesmo o tempo e todas as circunstâncias será capaz de amenizar. Queria contar mais, mas não posso hehehe

O livro conta detalhadamente a trajetória de 50 anos cada um dos integrantes principais.
A riqueza de detalhes é tão incrível, de um jeito que eu não tinha lido em livro algum, é fascinante.

A história não tinha como virar um filme, então virou uma mini-série.
Estreou em 1983 (é bem antigo mesmo), mas foi transmitida diversas vezes no SBT, a primeira em 1985 e a última em 2006. A minisérie foi vencedora de 4 Globos de Ouro e 5 prêmios no Emmy.

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Ainda não tive o prazer de assitir, mas estou procurando algum lugar para comprar. Se alguém souber avise please 😉

Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais suavidade que qualquer outra criatura sobre a Terra. A partir do momento em que deixa o ninho, começa a procurar um espinheiro-alvar e só descansa quando o encontra. Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e mais comprido. E, morrendo, sublima a própria agonia e despende um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol. Um canto superlativo, cujo preço é a existência. Mas o mundo inteiro pára para ouvi-lo, e Deus sorri no céu. Pois o melhor só se adquire à custa de um grande sofrimento… Pelo menos é o que diz a lenda.”

Pássaros Feridos

 Bjos, Zanda

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